O Ministério Público Federal (MPF) acusou
empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras de
superfaturamento nas obras do metrô de Salvador em 1999, época em que o
deputado Antônio Imbassahy (PSDB) era prefeito da cidade.
Na Assembléia Legislativa da Bahia já tramita proposição para criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar as denúncias de superfaturamento de verbas no Metrô de Salvador que surgiram neste
domingo (5). De acordo com os dados, os R$ 166 milhões de
sobrepreço que o Tribunal de Contas da União (TCU) identificou nas obras poderão ter servido para custear a campanha pela reeleição de Imbassahy a prefeitura em 2000 e as eleições de ACM Neto a Deputado Federal e Paulo Souto a governador, em 2002. “Teve esse rombo todo, na gestão de Imbassahy (PSDB) que
agora, na CPI da Petrobras, paga de paladino da justiça. Quem errou, seja no PSDB ou em qualquer outro pardio, precisa pagar. Já na segunda ou terça-feira (6 ou 7) eu vou começar a
coletar as assinaturas”, afirmou, em entrevista ao Bahia Notícias, neste
domingo. O presidente da câmara municipal de Salvador, que também é do PSDB e é primo de Imbassahy, o vereador Paulo Câmara (PSDB) também deve receber pedidos para criação de comissões especiais para investigar o fato.
É, Imbassahy, quem te viu e quem te vê...