quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

SALÁRIO MÍNIMO ATINGE MAIOR PODER DE COMPRA EM 50 ANOS



Atualmente em R$ 788, o salário mínimo atingiu, em janeiro, o maior poder de compra desde agosto de 1965, revela levantamento divulgado pelo Banco Central (BC). De acordo com o Boletim Regional do BC, apresentado em Porto Alegre, apenas no período entre julho de 1964 e julho de 1965 o salário mínimo comprava mais do que hoje, em valores corrigidos pela inflação.

De acordo com o Banco Central, a valorização do salário mínimo tem determinado, em parte, a elevação da renda real dos trabalhadores nos últimos anos, principalmente dos empregados que ganham menos e dos beneficiários da Previdência Social. De 2003 a 2014, o rendimento médio da população ocupada com renda de até um salário mínimo cresceu 52% a mais do que o salário mínimo. O movimento pode ser explicado pela formalização do mercado de trabalho, que atraiu profissionais que ganhavam menos que o mínimo.

Para a população que ganha de 1 a 1,5 salário mínimo, o rendimento médio real do trabalhador subiu 1% a mais que o mínimo de 2003 a 2014. Na faixa de 1,5 a 3 salários mínimos, o indicador aumentou 23% menos que a correção do mínimo. Para a população que ganha mais de 3 salários mínimos, o rendimento médio real subiu 53% a menos que o mínimo.

Segundo o BC, 28,2% dos trabalhadores brasileiros recebem o salário mínimo e 54,4% ganham de um a três salários mínimos. De acordo com a instituição, a política de valorização do salário mínimo é a grande responsável pela recuperação do poder aquisitivo dessa faixa de renda. Desde 2008, o salário mínimo é reajustado a cada ano com base no crescimento do Produto Interno Bruto (PÌB) de dois anos anteriores e da inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

O INPC mede a inflação para famílias de menor renda, de até seis salários mínimos. A fórmula garante a reposição da inflação a cada ano. Caso a economia tenha crescido dois anos antes, o cálculo garante aumento real – acima da inflação – para o salário mínimo. A política de valorização chega ao fim neste ano. No início de janeiro, a presidenta Dilma Rousseff assegurou que a fórmula será mantida nos próximos quatro anos, mas o Congresso precisa aprovar um projeto de lei sobre o tema.

Apesar dos avanços no rendimento dos trabalhadores, o Banco Central alerta que a política de valorização do mínimo está aumentando o custo médio da mão de obra. Na indústria, as elevações da renda não estão sendo acompanhadas pelo aumento do emprego. De 2012 a 2014, a população ocupada na indústria caiu, embora o rendimento médio tenha subido. Isso indica que menos pessoas trabalham hoje na indústria ganhando, em média, mais do que em 2012.
Campanha quer informações sobre alergenos nas embalagens


A valorização do salário mínimo também é constatada por outros órgãos, como o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Segundo levantamento divulgado no mês passado, o salário mínimo de R$ 788 compra 2,22 cestas básicas, a melhor relação desde 1979. De acordo com o documento, o mínimo subiu 76,54% acima do INPC desde 2003, primeiro ano do primeiro mandato do Presidente Lula.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

PREFEITO DE ALAGOINHAS ANUNCIA QUE NÃO REALIZARÁ MICARETA E NEM SÃO JOÃO: "O MOMENTO É DE CORTAR CUSTOS"

Prefeito de Alagoinhas suspende micareta e recomenda os colegas a não realizarem os festejos juninos


O encontro do prefeito com o CN aconteceu recentemente em um ato sobre a UFNB em Serrinha.

O encontro do prefeito com o CN aconteceu recentemente em um ato sobre a UFNB em Serrinha.
O prefeito de Alagoinhas, Paulo Cezar Simões Silva (PDT), disse que não era “doido e irresponsável” de gastar, em um momento de crise que estão vivendo as prefeituras,R$ 2 milhões em três dias de festa e determinou o cancelamento da Micareta, a tradicional Alafolia 2015. 

Paulo Cezar falou também que fez várias avaliações técnicas entre diversas secretárias municipais e órgãos envolvidos a exemplo do Ministério Público, polícias Militar e Civil e Corpo de Bombeiros e esse ano foi considerado um ano atípico. Citou dentre as medidas que foram avaliadas, o processo de corte nos gastos públicos no Brasil, nos âmbitos federal, estadual e municipal.

O prefeito afirmou que foi alertado pelo secretário de Finanças, Renato Almeida da necessidade de suspender a festa e a Câmara de Vereadores de Alagoinhas entendeu e aprovou a redução nos gastos com a festa, em cerca de R$ 500 mil, para que esse valor fosse aplicado em outras áreas como Saúde e Educação.

Está sendo formada uma comissão que vai propor juntos com os blocos uma reestruturação da festa. A meta é que o município não tenha gastos com a Micareta e a folia seja toda paga pela iniciativa privada. O prefeito também anunciou o cancelamento do tradicional São João de Alagoinhas, e recomentou aos colegas prefeitos de toda a Bahia que fizessem o mesmo. "O momento é de cortar gastos.", afirmou. Paulo Cezar concluiu que vem conversando com os prefeitos da região para não façam as festas de São João, pois podem comprometer as finanças municipais e afetar serviços essências a população.

ENTREVISTA COM O SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO GOVERNO RUI COSTA


Jerônimo Rodrigues: 'Temos a maior população rural'


O titular da recém-criada Secretaria de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, diz que a pasta tem um lado claro e um objetivo claro: promover o acesso à terra por meio da reforma agrária e alavancar a agricultura familiar. Mestre em Desenvolvimento Rural pela Ufba, Rodrigues defende que a terra deve cumprir um papel social.
Apesar de ser uma secretaria nova, as ações para o desenvolvimento rural já começaram. Qual será o papel da Secretaria de Desenvolvimento Rural?
Primeiro, no governo do estado, em 2007, o governador Jaques Wagner criou uma superintendência da agricultura familiar. E não podemos negar o papel dos movimentos sociais, pois todos os organismos que defendem a agricultura familiar, os trabalhadores, os indígenas e os quilombolas vêm pleiteando um lugar como esse muito antes do governo Jaques Wagner. Então organizou-se mais a CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional), a CDA (Coordenação de Desenvolvimento Agrário) e, durante aquela arrumação, andamos bem com ações de crédito e assistência técnica, de garantia de safra, de agroindústria. E os movimentos continuaram perseguindo novas conquistas. E pleiteando uma postura que já vem do governo federal, muito antes do governo Lula,  separou-se o que era agricultura, com o Ministério de Agricultura e Abastecimento, e criou-se o Ministério do Desenvolvimento Agrário, que cuida da reforma agrária.
E agora o governador Rui Costa segue esta linha.
Sim. O governador vem da Casa Civil e das Relações Institucionais e tinha noção da importância disso e a justificativa não era meramente um ato político, mas um ato de resposta à demanda latente. Nós temos a maior população rural (do Brasil): quatro milhões de pessoas no campo. E 90% dos municípios da Bahia têm abaixo de 50 mil habitantes, e isto caracteriza uma economia eminentemente forte na área rural. Outro argumento (para criar a secretaria) é o percentual do número de propriedades de agricultura familiar: novamente somos o estado com o maior número, com cerca de 700 mil propriedades. Há ainda a justificativa da produção de alimentos. Quem é que produz feijão, mandioca, frango, caprinos e hortaliças? A agricultura familiar. Mais de 70% da comida posta na mesa do baiano vem da agricultura familiar.
Isso é curioso porque a visão que se tem é que a maior parte da comida que vem para a mesa é do agronegócio. O que é produzido em pequenas propriedades, ao menos no imaginário, está ligado àquele alimento alternativo, que levaria menos agrotóxico.
Realmente a sociedade não tem esse conhecimento. O agricultor comercial produz em grande escala para dar lucro ao seu empreendimento e nesta produção, se for voar o oeste, você verá as extensões dos latifúndios de soja e de algodão. São imensos. Mas a gente não come soja no dia a dia, que é produzida para alimentação animal nos Estados Unidos, no México, Canadá. Exportamos aquilo, o que é bom para a gente. A gente não come algodão, mas exporta. Mas quando a gente vê o frango e vê as grandes marcas, aquilo é integração. Quem produz na ponta é o pequeno. E quanto ao tema do meio ambiente, não é nem que o agricultor rural produza um produto orgânico porque ele quer entrar no mercado, é porque a natureza dele e a renda não permitem que ela possa comprar adubos químicos e venenos; segundo que há formas variadas de cultura. Então se consomem frutas sem aquela quantidade de agrotóxicos, que são necessários aplicar para quem produz em grande escala. Mas aqui não vai "colar" que há uma secretaria dos ricos  e outra para os pobres, como ocorreu com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Ministério da Agricultura.
Por quê?
Aqui não vai colar dizer que tem uma Seagri dos ricos e uma SDR dos pobres porque quando se produz alimentos a gente interfere no tema da cesta básica. Então eu posso ter uma cesta básica mais barata porque não importo feijão, farinha, hortaliças. E quem calcula a inflação faz isso com base nesses produtos. Aquilo que é tido como economia de pobre interfere em temas macro, como a inflação. Aproximadamente 75% das pessoas que estão ocupadas no campo estão na agricultura familiar, que utiliza muita mão- de-obra.
Uma das queixas dos movimentos sociais é que, quando há assentamentos, falta quase sempre infraestrutura para a produção, mas também faltam educação, saúde, condições dignas para morar.
A concepção do governador Rui Costa é que esta é uma secretaria do desenvolvimento econômico. A intenção é fazer que a renda da agricultura familiar se eleve, tanto no PIB quanto na rentabilidade familiar. O nosso enfoque é no produtivo, mas vamos articular políticas, por exemplo, de habitação rural. Resolver o déficit de moradia no campo é com a Sedur, mas temos sentado para contribuir. Mas a gente não consegue desenvolver a agricultura se o agricultor não consegue se comunicar. Temos que ter comunicação virtual, com internet, que auxilie o agricultor no comércio,  na compra de insumos. Não é nossa responsabilidade instalar torres de celular, mas estamos indo lá articular, assim como a energia, sem a qual não consigo produzir. Então essa articulação é importante para segurar o povo no campo.
Há também a questão das comunidades indígenas, como no sul da Bahia, onde há conflitos pela terra com os produtores da região.
O tema da terra não é um tema fácil. Por mais que o presidente Lula e a presidenta Dilma (Roussef) tenham buscado regularizar as políticas, garantir a titularidade de terra de povos tradicionais é um negócio muito difícil, muito duro. Pois há briga política. De um lado os movimentos sociais e do outro os empresários. O mais difícil é quando há conflito entre indígenas e pequenos produtores. Esse é um tema de justiça, pois o elemento básico do desenvolvimento rural é o acesso à terra. Há pessoas que moram em terra de herança, terra de sucessão, mas não têm o documento da terra, pois têm só um recibo que a pessoa passava, que não é um documento cartorial com o qual não se consegue tomar crédito, por exemplo. E o brasileiro partidarizou muito o tema da reforma agrária, como sendo de um partido ou de outro, de um grupo ou de outro, e não concebemos a reforma agrária como meio de desenvolvimento. Não dá para conceber uma propriedade com cem mil hectares improdutiva. Está na lei a função social da terra. Nós temos um sistema arcaico e conservador de ver esses temas, tal qual a reforma urbana. Vamos ter que discutir isso com o Incra, com a própria Secretaria da Agricultura. Nós temos que trabalhar juntos.
O senhor acha que deve haver um limite para a propriedade privada?
No histórico da reforma agrária no Brasil, há a questão do módulo rural e módulo fiscal. O primeiro é para o governo fazer a cobrança do impostos. Já no módulo rural o conceito é o tamanho ideal de uma terra para uma família sobreviver. Esse tamanho não é igual na Bahia. Em Jeremoabo ou em Canudos, será necessário mais terra porque chove menos. Na região litorânea, onde o solo é mais pobre, precisa de outra quantidade. Uma reforma agrária no Brasil teria vários tamanhos ideais para a sobrevivência. É um conceito que está na lei, inclusive no Estatuto da Terra de 1964, na época da ditadura. É avançado, mas conseguimos retroceder no direito da terra, inclusive na Constituição de 1988, que é mais retrógrada que a lei de 1964. O conceito da reforma agrária é que a gente compreenda o papel social da terra, este seria o ideal.
Então o senhor vai tentar agir para conciliar todos estes ideais?
Eu sou da política, domino o tema, mas o meu papel é fazer a proteção, não doentia, mas a defesa de uma política que fortaleça a agricultura familiar. Do agronegócio é a Seagri. Isto está muito claro para a gente. Esta secretaria foi criada para fortalecer a economia da agricultura familiar, a reforma agrária, dos indígenas. Mas para isso eu não preciso sair batendo. Ao secretário Paulo Câmara (da Agricultura), vou dizer: "Aqui é a sua área e aqui é a minha. Onde vamos poder andar juntos?". Pois não vamos conseguir, e nem é papel nosso, fazer parte do MST, nem da Fetag ou da Fetraf ou das cooperativas, com núcleos que têm disputa. Mas essa secretaria está clara. Ela tem público, lado, pois encontra-se na Bahia agricultor familiar que nem documento tem, não tem nem identidade, e não pode sequer acessar as políticas sociais do Bolsa Família. Vamos encontrar também os "melhorados", que precisam de outro tipo de esforço: estimular a pegar um crédito, orientar o crédito dele, a fazer uma cooperativa para beneficiar a fruta, a carne de caprino, seja o que for. E tem os dinâmicos, que não precisam olhar para o retrovisor, esperando o estado levar uma benesse para ele. Em Manoel Vitorino, há 20 dias, a solicitação era uma torre de celular porque eles estão querendo vender polpa de umbu, o suco de maracujá.
A intenção é entrar o mercado?
Nós temos que parar com essa coisa de que temos que ter medo do mercado. Vou dar o exemplo da fruta. Teremos um futuro com um consumidor cada vez mais exigente com o produto orgânico, de melhor qualidade. E a agricultura familiar faz isso naturalmente. Uma boa graviola produzida sem a química pode custar R$ 7 o quilo. Uma da química, uns R$ 3. Se chego para tomar um suco, em geral pego uma com preço barato; para comer, quero uma coisa de maior qualidade. O frango de granja por ser vendido por R$ 1 ou R$ 2 por quilo. O orgânico por R$ 4 ou R$ 5. Então a tendência do consumidor é ser exigente e nós temos uma possibilidade muito grande de um mercado para a agricultura familiar. Mas tenho que mexer com a educação, com o modelo de alimentação e o regime de vida.

GRANDES E ANTIGAS, ÁRVORES SÃO PODADAS PARA EVITAR ACIDENTES




Visando afastar o risco iminente de queda de algumas árvores da Praça Nemésio Martins e de outras praças e ruas da cidade, a Prefeitura Municipal de Valente, por meio da Secretaria de Infraestrutura, deu início nesta semana a poda emergencial de algumas delas.

De acordo com o prefeito, Ismael Ferreira, a medida tem por principal objetivo manter a segurança da população, pois, em momentos de chuva com vento, o risco de as árvores caírem aumenta bastante. "Se trata de uma medida inteiramente de segurança, ultimamente vem ventando forte em nosso município, nem sempre acompanhado de chuva, o que aumenta o grau de risco de queda de galhos, por exemplo."

Algumas algarobas da Praça Nemésio, que estavam muito grandes e frondosas já foram totalmente podadas e em poucos meses voltam a brotar. Agora, os serviços serão realizados também em outros locais.

A Diretora Municipal de Meio Ambiente, Gleise Oliveira, pontua que a poda de árvores é aplicada para manter um bom desenvolvimento e adequar a vegetação arbórea aos locais públicos. “É importante que a população saiba que além de organizar o ambiente público, as árvores necessitam de cuidados para evitar problemas iminentes, pois quanto maiores e mais velhas as árvores, mais delicadas se tornam.”

As situações em que a poda é necessária são: Quando a muda é jovem, a fim de direcionar seu crescimento, denominada poda de formação; Quando apresenta ramos secos ou doentes (com fungos e plantas parasitas, por exemplo), chamada poda de limpeza; E quando coloca a segurança de pessoas ou imóveis em risco, a fim de se prevenir acidentes, que é a poda de segurança.


Para evitar acidentes, Governo Valente poda árvores em ruas e Praças da cidade 

domingo, 8 de fevereiro de 2015

CAMPEONATO VALENTENSE 2015 E SUPERCAMPEONATOS SOÇAITES SÃO AS NOVIDADES DO FUTEBOL NESTE ANO



Uma excelente ideia do Governo Valente criará em 2015 o que os desportistas estão chamando de 'Super Campeonatos Soçaites', isto por que reunirá as principais forças do futebol de comunidades vizinhas disputando um campeonato regional. Na prática não teremos mais os campeonatos de Santana e Tanquinho, por exemplo, realizados isoladamente, e sim a fusão dos dois.

Dividido por núcleos, o primeiro supercampeonato soçaite deve ser o de Tanquinho, que contará com o apoio e clubes das comunidades de Santana, Encruzilhada, Vargem Grande e Cipó de Leite.

E assim seguirá o ano no que concerne as competições soçaites (relacionados abaixo em ordem alfabética, não correspondendo a ordem de realização):

Campeonato da Barriguda, envolvendo além de times desta comunidade, também de Gitirana, Recreio, Mato Grosso e adjacências.

Campeonato do Junco envolvendo equipes da própria comunidade e também de comunidades vizinhas, a exemplo de Poço, Cabrochard e Boi Novo, dentre outras.

Campeonato de Rua Nova, envolvendo além da comunidade sede, também as comunidades de Alagadiço, Tamanduá, Mané Lagoa, Ferros, Varginha, Lagoinhas, dentre outras.

Os campeonatos dos bairros Minação e Petrolina, pelo projeto, se tornaria um só campeonato, um supercampeonato organizado pelas ligas independentes presididas por Carlinhos e Rui, respectivamente, em parceria com a entidade máxima dos desportos no município, a LDV.

O supercampeonato soçaite de Valilândia integraria as comunidades de Ichú (I e II), Santa Rita, Pau de Rato, Queimada das pedras, Queimada do curral, Itareru e demais localidades adjacentes.

As rodadas dos respectivos campeonatos seriam realizadas em sistema de rodizio, para atender e prestigiar todas as comunidades representadas pelos times participantes de cada campeonato.

Além disso, o Campeonato de Integração organizado por Vavá, que já dispõe de um formato regional, e a Copa Pelezinho, que contempla categorias infanto-juvenil, continuarão contando com o apoio da LDV e da prefeitura.


Em reunião com a Liga Desportiva Valentense no último sábado (07), os organizadores de campeonato soçaite no município abalizaram a ideia.

Em 2014 a prefeitura municipal investiu aproximadamente R$ 70 mil nas competições soçaites realizadas no município. O prefeito Ismael afirmou que o governo continuará fomentando o esporte, "Assim como educação, saúde e infraestrutura,  o esporte também é uma das prioridades de nossa gestão, e continuará sendo cada dia mais. Acho acertada a ideia da regionalização das competições soçaites, ficam mais fortalecidas e nenhuma comunidade deixará de ser prestigiada." 


LDV-soçaite1
Reunião entre a LDV e representantes de ligas independentes e organizadores de campeonatos soçaites no município

LDV-soçaite2Reunião entre a LDV e representantes de ligas independentes e organizadores de campeonatos soçaites no município

A outra boa notícia relacionada ao futebol é iminência da volta do Campeonato Valentense, já discutida e pré-abalizada pelo prefeito Ismael, que gostou da ideia apresentada pela LDV e aguarda levantamento por parte da entidade dos custos necessários à realização do certame.

Uma reunião com os 15 clubes filiados à LDV e aptos à participação no certame municipal está marcada para a próxima quinta-feira (12) às 19:00 horas na sala das sessões da câmara municipal de vereadores, onde serão levantados e discutidos os pontos para a viabilização da realização do campeonato.

Como o Estadio Evandro Mota Araújo está em vias de reforma, com obras previstas para iniciarem já no mês de março, pelo menos a primeira parte desta, que é a implantação do novo gramado, a ideia esboçada é iniciar o campeonato em campos alternativos que ofereçam condições de segurança e terminar o certame, talvez a partir das semifinais (na melhor das hipóteses, quartas-de-final), no estádio, já com a grama implantada e em condições de receber jogos.

reunião da LDV com o Prefeito Ismael.
Diretores da LDV em reunião com o prefeito Ismael para tratar da realização do Campeonato Valentense 2015

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

VALILÂNDIA É CONTEMPLADA COM GINÁSIO DE ESPORTES E ESCOLA DE SEGUNDO GRAU



A comunidade de Valilândia está contando os dias para receber duas grandes obras, o Ginásio de Esportes e a Escola Rural de 2º grau. As obras estão aceleradas e a previsão é que em breve a comunidade possa desfrutar de dois espaços que irão fortalecer e otimizar o esporte e a educação.

O ginásio de Esportes que tem o padrão MEC/FNDE (coberto e com vestiários) tem por principal objetivo atender a prática esportiva das crianças e da juventude de Valilândia e comunidades vizinhas. E a escola, também modelo MEC/FNDE terá capacidade de atender 72 alunos por turno.
Os recursos investidos nas obras são oriundos da parceria entre o Governo Valente e Governo Federal.

Estes são mais dois importantes frutos da parceria Valilândia, Vereador Zé de Zeli e Prefeito Ismael.




Comunidade de Valilândia conta os dias para receber duas Grandes Obras 

PREFEITO ISMAEL ACOMPANHA DE PERTO AMPLIAÇÃO DE AGUADAS NO MUNICÍPIO




Prefeito visita aguada do 2ª Água em construção na comunidade de Peixe


O prefeito de Valente, Ismael Ferreira, esteve na tarde de terça-feira (03), visitando a aguada de grande porte (700h/máquina), que está em construção na comunidade de Peixe. A represa faz parte do Projeto 2ª Água e é fruto de convênio entre a Prefeitura Municipal de Valente e o CONSISAL (Consórcio Público de Desenvolvimento Sustentável do Território Sisal). Esta é uma das 05 conseguidas para o município.

Para o morador de Peixe, senhor José Lopes da Cunha, quando a aguada encher, a comunidade estará abastecida por pelo menos 10 anos. “O prefeito Ismael Ferreira está sendo um dos melhores que Valente já teve. A nossa comunidade não tinha aguadas eficientes como essa, essa agora está em primeiro lugar e o prefeito está de parabéns”, disse.

Assim como Peixe as comunidades de Itareru, Vargem Grande e Queimada do Curral também são contempladas com uma aguada cada. A 5ª será construída na comunidade de Papagaio.
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O prefeito Ismael se disse feliz por estar contribuindo para amenizar os efeitos da seca no município, "Desde o inicio de nossa gestão a limpeza e construção de pequenas e médias aguadas vem sendo também uma prioridade, e agora, em parceria importante do município com o Consisal estaremos iniciando mais uma das cinco grandes aguadas de 700 horas cada. Fazendo a nossa parte e aguardando as chuvas, contribuímos com a melhoria da qualidade de vida do nosso povo." 




acompanhado do vereador Zé deZeli, Ismael visita aguada do projeto 2ª Água em construção na comunidade de Peixe


COMUNIDADE DE SANTANA TAMBÉM RECEBE MÁQUINAS


O Governo Valente não tem medido esforços para melhorar as condições de vida da população valentense, sobretudo das pessoas que vivem nas comunidades rurais do município, exemplo disso é que, através de mais uma parceria com o Consórcio Público Desenvolvimento Sustentável do Território do Sisal - CONSISAL – a aguada da comunidade de Santana está sendo limpa e ampliada.

O prefeito Ismael Ferreira, que tem dado prioridade também a limpeza das aguadas desde o inicio do seu mandato, comenta que “as parcerias com órgãos como o CONSISAL só vem somar com o nosso trabalho. Precisamos dar continuidade as ações para amenizar os efeitos da estiagem prolongada, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida das famílias em nosso município”.

Nos dois anos do Governo Valente, mais de 600 aguadas já foram limpas. A maior ação de limpeza de aguadas que o município já teve em 20 anos.


Limpeza e Ampliação da Aguada de Santana